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Apostas Snooker: Robertson defende o título no Betfair Masters

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A Betfair tem orgulho em patrocinar uma das jóias da coroa do snooker, o Masters, que começa no Alexandra Palace na próxima semana. Neil Robertson vai defender o seu título e Paul Krishnamurty considera que o australiano vai enfrentar muita oposição mais uma vez.

Mesmo que Trump tenha mais potencial a longo termo, Robertson parece ser o jogador mais completo do circuito neste momento, estando cada vez mais sincronizado para atingir a sua melhor forma nos grandes torneios.

Se havia alguma conclusão a tirar do Campeonato do Reino Unido no mês passado, é que o snooker está mais aberto que nunca. A decisão do campeão do mundo em título, Ronnie O'Sullivan, de se retirar esta época deixou um vazio no topo, com pelo menos cinco jogadores a competirem pelo lugar cimeiro.

Mark Selby reclamou esse estatuto com a vitória em York, mas é fácil imaginar um cenário em que a liderança do campeonato mude depois de cada evento. De facto, tendo em conta a natureza do desempenho audaz mas com falhas de Selby, a Betfair Masters vai certamente ser um guia mais eficaz para a hierarquia actual do snooker.

A segunda etapa do triple-crown do snooker tem invariavelmente um vencedor de grande classe. O'Sullivan começou sempre como favorito em casa, e esteve em seis das últimas nove finais. O último outsider a ganhar foi há 12 anos, quando o falecido Paul Hunter negociava a mais ou menos [25.0] antes do primeiro dos seus três títulos. Há uma diferença crucial neste evento, visto que é restrito por convite aos 16 jogadores de topo, garantindo que os nomes de topo atingem o que seriam as últimas fases de um evento de classificação normal. Em York, por exemplo, apenas 11 jogadores da elite atingiram a fase dos últimos 16.

Além disso, a competição entre esta elite tornou-se ainda mais feroz desde a reestruturação radical que Barry Hearn efectuou na época de snooker, o que separou o trigo do joio. Há pouco tempo atrás, um membro dos 16 jogadores de topo podia safar-se batalhando o ano todo, só por vencer o primeiro jogo da primeira ronda no Campeonato do Mundo. Hoje em dia, as classificações são actualizadas ao longo da época com muitos mais eventos a contar para a pontuação, e já ninguém pode descansar sobre os louros.

O calendário muito mais cheio trouxe também grandes melhorias aos jogadores antigos, o que significa que já não existem jogos fáceis a este nível. Vejam por exemplo Stuart Bingham e Mark Davis. Em duas décadas como profissionais, ambos ganharam os antigos torneios eliminatória para o Masters, mas nunca conseguiram atingir o top 16. No entanto, desde que têm a oportunidade de jogar todos estes torneios extra, juntaram-se ambos à elite e comprovaram no mês passado que são bem capazes de causar mais incómodos.

Assim, quem vai triunfar em Alexandra Palace? É óbvio que podemos apoiar Selby, já que tem sido o seu torneio favorito, onde ganhou em 2008, 2010 e perdeu na final de 2009. Mostrou no mês passado que consegue ganhar o segundo título de mais prestígio jogando longe do seu melhor, com grandes reservas de bom senso táctico e resistência mental, por isso um Selby em forma e fluente poderia ganhar o mundo.

No entanto, não há razão para crer que Selby esteja em forma ou fluente, já que tem uma tendência de longa data para transformar as suas vitórias em trabalho árduo. Mesmo durante aquele período dourado de três anos no Masters, o Bobo de Leicester precisou de um enquadramento final para sete das suas 11 vitórias. Apesar das suas qualidades de combate em York terem sido admiráveis, o seu snooker foi bastante feio e os adversários desperdiçaram oportunidade atrás de oportunidade. Neil Robertson, em particular, deve perguntar-se como é que desperdiçou uma vantagem de 4-0 nos quartos de final. Na sua melhor forma, o australiano pode certamente garantir o favoritismo se se encontrarem na final do Masters.

Os apostadores concordam, com Selby apenas em quarto lugar entre os vencedores mais prováveis, de acordo com as probabilidades mais recentes. Como habitual, preferem apoiar o favorito Judd Trump com [4.8], na expectativa que a nova sensação do jogo rivalize com O'Sullivan. Trump tem certamente maior capacidade de melhorar que os seus rivais mais próximos, e vai certamente tornar-se uma lenda do snooker, mas neste momento ainda é bastante inconstante. A sua derrota em York frente ao "outsider" Mark Joyce foi um triste acontecimento, e alguns dos seus maiores apoiantes ainda estão a lamber as feridas por causa da derrota que infligiu a si mesmo frente a Ali Carter no último Campeonato do Mundo.

Apesar disso, Trump teve um grande impacto no Alexandra Palace no ano passado, infligindo uma pesada derrota a O'Sullivan, antes de perder para Robertson. No rescaldo da sua emocionante semi-final, falou-se muito que esta iria tornar-se a maior rivalidade do snooker, recordando as batalhas clássicas entre O'Sullivan e John Higgins, ou Stephen Hendry e Jimmy White. O seu encontro mais recente aconteceu na final do The International, onde Trump venceu 10-8, e a rivalidade pode aumentar ainda mais em Londres, visto poderem encontrar-se na final.

Mesmo que Trump tenha mais potencial a longo termo, Robertson parece ser o jogador mais completo do circuito neste momento, e o australiano parece estar a aperfeiçoar a arte de sincronizar a sua melhor forma para que coincida com os grandes torneios. Estava decidido a ganhar este título há 12 meses, e igualmente até aos quartos de final dos dois triple-crown desde então, o Campeonato Mundial e o do Reino Unido. Um desempenho vintage de O'Sullivan negou-lhe o primeiro, e a teimosia de Selby venceu-o no último.

Robertson ficou magoado e aborrecido consigo mesmo pela derrota em York, e espera-se que chegue determinado e na melhor forma para defender o seu título do Masters. A Máquina de Melbourne negociou bem abaixo da actual probabilidade de [8.6] nos últimos quatro triple-crowns e tem outra vez o melhor valor pré-torneio.

Aposta Recomendada:

Vitória de Neil Robertson @ [8.6]

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