Apostas Eleições Presidenciais 2018 - Quem será o novo presidente do Brasil?

Tivemos uma campanha eleitoral bem violenta e tumultuosa no Brasil...
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Em uma eleição polêmica que divide ao meio a nação brasileira, temos uma das mais conturbadas eleições da história, marcada por escândalos, protestos, corrupção, intolerância e memes. Muitos memes, ao menos algo deveria sair de engraçado em toda essa crosta de sujeira, ódio e caos...

"As projeções foram certeiras e a queda na cotação de Jair Bolsonaro também, que hoje mantém uma odd @ [1.54] para vencer a eleição, o que lhe dá 64.90% de chance de vencer segundo as casas de apostas."

Em pleno 2018, voltamos a falar sobre censura, preconceitos, ataques diretos a democracia e presenciamos a decadência ética e moral do jornalismo brasileiro, o qual saiu da zona da verdade e imparcialidade e se afogou em um mar de parcialidade e militância. É banal ter que apontar manipulações regidas por um órgão que deveria suprir o povo com a verdade, mas que se entregaram a militância de suas ideias, deixando de lado a ética e atacando ferozmente a democracia e o juramento para com a verdade, para com o que é fato.

Revisitando alguns fatos interessantes nessa corrida presidencial, que começou ainda em 2014 com Jair Bolsonaro ganhando notoriedade e sendo aclamado como "MITO" por seus fiéis seguidores devido suas declarações fortes e polêmicas, de cunho intolerante e interpretativo, quando o Brasil visitava as urnas, extremamente dividido e com um sentimento de derrota iminente, pois qualquer lado que ganhasse o futuro não parecia ser próspero. E assim não foi.

Com escândalos como da Lava-Jato, operação que destrinchou um dos maiores esquemas de corrupção da história mundial, o escândalo bilionário do petrolão, a prisão do ex-presidente Lula, e quase toda a alta cúpula do PT (Partido dos Trabalhadores), o impeachment da ex-presidente Dilma, o Brasil foi jogado ao buraco da recessão econômica e uma retração empregatícia, que hoje abrange mais de 14 milhões de brasileiros em situação de desemprego, sendo que se fossemos contar a situação de desalento, quando não procuram mais por emprego, esse número passaria de 20 milhões.

Com tanta corrupção e ameaças diretas a democracia de alguns partidos que permearam o poder, como no caso do mensalão, onde o congresso nacional foi comprado, os brasileiros se dividem na luta por um futuro melhor. O sentimento anti-PT é muito forte, assim como tem crescido cada vez mais a direita em um país que já foi quase 80% de esquerda, por onde partidos como PSDB e PT intercalaram o poder nas últimas décadas. Uma esquerda ainda branda, não radical e totalitária.

Hoje o principal embate é entre três candidatos que brigam abertamente pelo cargo mais alto da nação. Jair Bolsonaro lidera as intenções de voto como já era previsto, entretanto Haddad do PT o segue de perto estando menos de 10 pontos percentuais atrás. Ciro Gomes do PDT, um candidato também mais a esquerda nessa reta, vem logo atrás de Haddad nessa corrida.

Entretanto, Ciro que já foi o segundo colocado nas pesquisas no início da campanha oficial, tem ganhado espaço nos últimos dias, devido a mais uma delação premiada do caso da Lava-Jato, que o juiz Sérgio Moro liberou que viesse a público na última semana, onde um dos ex-representantes da alta cúpula do Partido dos Trabalhadores, Antonio Palocci, ex-braço direito de Lula quando presidente, relatou sobre a corrupção presente em 90% das medidas que o governo tomava quando no poder, além do envolvimento de Lula, que mesmo preso, ainda muitos diziam ser inocente e "estar sendo perseguido" devido seu posicionamento político.

Eleições que haviam ganhado uma forte corrente como o #elenão, onde a oposição se juntou contra Bolsonaro, sendo iniciada por mulheres que se sentiram agredidas pela fala intolerante de Bolsonaro, onde vários outros movimentos se uniram a favor da causa, repercutindo entre famosos do mundo todo, sendo contra o candidato do PSL. Movimento que ganhou força após Jair Bolsonaro sofrer um atentado contra sua vida, por parte de um militante de esquerda, com a ideologia política sendo a explicação do crime. Esse movimento foi praticamente uma resposta ao atentado, que gerou comoção nacional e aumentou as intenções de voto em Bolsonaro. Porém esse movimento quando ganhava uma força expressiva, fazendo Haddad subir nas pesquisas de intenção de voto, movimento que poderia ser decisivo em um segundo turno, teve sua essência afetada com a delação de Palocci, onde o candidato Haddad, por conta de todos os escândalos de corrupção de seu partido, acaba perdendo força justamente na reta final da eleição.

Haddad já tinha uma previsão natural de subida em intenções de votos devido a forte militância do PT no País, entretanto com esse último escândalo às vésperas da eleição, Ciro Gomes se torna o alvo de votos do movimento sem partido, mas contra Bolsonaro, e também de boa parte da esquerda militante do PT, que desconfia das possibilidades de Haddad vencer Bolsonaro em um segundo turno.
Ao mesmo tempo que tudo isso acontece, Bolsonaro dispara em intenções de votos, tendo para si, votos migrados de outros candidatos, onde o eleitorado é antes de tudo, contra o PT e contra a esquerda. E em uma eleição polarizada na velha luta do bem contra o mal, onde cada lado toma para si o status de verdade absoluta e do bem da nação, tendo essa polarização no fator esquerda-direita, o Brasil se mostra um País imaturo politicamente falando, onde a maioria olha para os seus ideias acima de tudo e não enxerga o bem coletivo.

Agora saindo da zona factual e reflexiva, e entrando numa zona muito mais opinativa, a questão é; quem será o novo presidente do Brasil? Como muitos que me acompanham já devem saber, antes mesmo das eleições começarem, minha aposta era na vitória de Jair Bolsonaro, inclusive tinha deixado cotações projetadas para a abertura do mercado. As projeções foram certeiras e a queda na cotação de Jair Bolsonaro também, que hoje mantém uma odd @ [1.54] para vencer a eleição, o que lhe dá 64.90% de chance de vencer segundo as casas de apostas.

Numa visão imparcial de ideologia política, uma postura que sempre tenho o cuidado de tomar, percebo que Ciro Gomes @ [23.00] aparece com grande possibilidade de ser um adversário interessante para Bolsonaro em um possível segundo turno. O que eu penso é que, Haddad se for para um segundo turno frente a Bolsonaro, deverá ser derrotado ao que tudo indica e ao que venho falando desde o inicio das eleições, caso não acontecer nenhum tipo de manipulação nas eleições, Bolsonaro não perderia um segundo turno em confronto com Haddad, pois a rejeição ao PT é maior do que a rejeição a Bolsonaro.

Mas como a cotação de Bolsonaro já se encontra esmagada e apostei logo que abriu o mercado, pegando odds iniciais para a vitória de Bolsonaro em @ [2.76], onde via muito valor de aposta (novamente lembrando que deixo de lado minha ideologia política, apenas foco no meu trabalho como investidor) sendo assim, penso que seria interessante trabalhar em dutching em duas apostas nessa reta final.

Ciro Gomes @ [23.00] me parece um candidato forte para enfrentar Bolsonaro em um possível segundo turno, tendo chances claras de vencer. E observando o movimento de votos migrando de Haddad para Ciro Gomes, percebo que a única chance da esquerda e antibolsonaros vencerem a eleição, seria levando Ciro Gomes para um eventual segundo turno.

O único "porém" que fica marcado aqui, é que estamos falando de uma situação de um possível segundo turno, e com movimentos recentes de migração de votos da direita para Bolsonaro, assim como de indecisos, que pareciam esperar algo mais chocante acontecer para demonstrar seu apoio a Bolsonaro, algo que também tinha sido previsto antes da corrida eleitoral oficial começar, assim como movimentos de marketing contra Bolsonaro se tornarem um calcanhar de Aquiles, promovendo ainda mais a figura de Bolsonaro, como a lógica já deixaria claro se esses movimentos tivessem raciocinado antes, sendo assim, devo salientar que existe nesse momento uma chance sólida de vitória de Bolsonaro ainda no primeiro turno, devido a tudo que foi comentado.

Para vencer ainda no primeiro turno, o candidato precisaria fazer a maioria dos votos válidos no primeiro turno. Logo pesquisas não servem tanto de parâmetro para esse caso, já que muitos brasileiros não vão às urnas no primeiro turno, falo de milhões de pessoas. Em comparativo com as eleições de 2014, mais de 27 milhões de brasileiros não votaram. Dentro das pesquisas Bolsonaro aparece com cerca de 35% das intenções de voto, tendo margem de erro de 2% para mais ou para menos. Minha projeção é que esse número real fique perto de 39%, número também passado por mim em redes sociais antes das eleições. É uma projeção sólida com base em estudo feito antes e durante a corrida eleitoral oficial, porém a última semana foi um desastre total para a esquerda petista do País, e esse último ato pode repercutir de forma surpresa nas urnas. As chances são pequenas de vitória no primeiro turno, mas nesse momento, ao contrário do que acontecia no inicio da corrida eleitoral, essa chance existe de fato.

Deixando claro que tentei ser o mais imparcial possível, apenas colocando a realidade do que aconteceu e das ações de todos os lados durante essa corrida eleitoral, além de relembrar fatos ocorridos. De forma alguma julguei algum dos candidatos, e sim apenas apontei atitudes, e também argumentei ações dos movimentos envolvidos. Falar sobre corrupção, ou ataques a democracia não é ser parcial, achar que posso ter sido parcial por repassar fatos, é sinal que prefere abafar uma verdade.

Minhas apostas já ficaram evidentes, aposto em Bolsonaro @ [1.54] para ser presidente do Brasil e cerco uma segunda aposta em Ciro Gomes @ [23.00], dividindo uma stake, para em um possível segundo turno entre os dois, consiga fazer um trading lucrativo em Ciro e assim manter uma aposta em Bolsonaro para vencer.

E deixando apenas evidente antes de qualquer tipo de acusação, ou xingamento de fascista, como muitos ignorantes costumam usar sem nem ao menos saber o que seria um fascista, deixo claro que minha visão política não se encontra em nenhum dos candidatos citados aqui neste artigo e mesmo assim, o Brasil ainda é uma democracia, o fato de ser intolerante com o voto de outra pessoa é uma atitude antidemocrática, fascista. O ato de pregar a intolerância contra o intolerante, é um ato também agressivo e dentro da Psicologia, não compactuo com isso.

É por isso que existe o debate, o diálogo e as leis. Sou a favor da luta contra a intolerância, contra o preconceito, e junto com muitos, faço parte dessa luta, mas essa luta não é armada de ódio, agressividade e nem mais intolerância, ela é armada de conhecimento e fatos, além da própria lei. É para isso que existem as pesquisas, é para isso que existe o dialogo, é para resolver conflitos de ideias com base no debate, que existe a democracia.


SUGESTÃO DE APOSTA:

Bolsonaro para Presidente @ [1.54] - 4 Unidades

Ciro Gomes para Presidente @ [23.00] - 1 Unidade

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