Antevisão Mundial 2018: Jovem movimento gaulês será certamente notado

A barba de Olivier Giroud pode ser uma das estrelas do torneio...
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A próxima da série de artigos de Jack Lang sobre os favoritos para a Rússia 2018: Didier Deschamps e os seus adorados rufias gauleses...

"Ainda existe alguma incerteza sobre qual o melhor sistema para as peças-chave; adeptos de debates entediantes sobre a melhor posição de Pobga podem oferecer aos media franceses alguns temas de conversa por algumas semanas."

Pssst. Tu! Sim, tu! Não ouviste? Suponho que não, porque todos os websites de desporto e contas de twitter engraçadas definitivamente não estão a publicar em simultâneo o mesmo gráfico sobre isso. Portanto, podes manter um segredo? Boa. Cá vai: A França deixou alguns belos jogadores de fora do seu plantel para o Campeonato do Mundo!

Sim, amigos, bem-vindos ao L'Hexagone, casa onde existem grande níveis de entusiasmo sobre certas pessoas terem perdido o avião. Podes pensar que Alexandre Lacazette, Adrien Rabiot, Kingsley Coman, Laurent Koscielny, Dimitri Payet, Karim Benzema e Anthony Martial estariam todos contractualmente obrigados a passar o seu verão a fazer outras coisas, tal tem sido a reacção.

No entanto, quando a poeira assentar, as atenções têm de se virar para os jogadores que compões os 23 finais de Didier Deschamps. A questão agora é esta: estão os Les Bleus aptos para mais do que os garantidos retweets?

O voto da juventude


A primeira coisa a saltar à vista quando analisas as escolhas de Deschamps é a sua horda de jovens: com uma média de 26 anos de idade, este será um grupo cheio de energia, qualidade e potencial. "Menor experiência, maior ambição", é como Deschamps o descreveu, e certamente que muitos estarão agradados com uma equipa que inclui as forças combinadas de Kylian Mbappé, Thomas Lemar, Ousmane Dembélé, Nabil Fekir, Paul Pogba e Antoine Griezmann.

Esses jogadores também terão de assumir responsabilidades de liderança. Com Koscielny de fora, o fã das Marés Vivas Adil Rami apenas destinado para o banco e os restantes estabelecidos (Hugo Lloris, Blaise Matuidi, Olivier Giroud) não conhecidos por darem um passo em frente quando necessário, alguns dos jovens talentosos terão igualmente de virar generais.

Didi? Yes he did


Isto traz-nos até ao ponto chave. Deschamps irá celebrar seis anos ao leme da selecção durante o torneio, e é tentador pensar que será matar ou morrer para ele na Rússia aos olhos da opinião pública francesa.

O técnico de 49 anos pode apontar com justiça para o progresso feito desde 2012. A França estava uma manta de retalhos quando ele chegou, as feridas da campanha no Mundial da África do Sul ainda bem abertas e uma campanha decepcionante no EURO 2012 fresca na memória. A abordagem sensata de Deschamps ajudou a restaurar alguma dignidade, e as exibições no Brasil 2014 e Euro 2016 foram encorajadoras.

Ainda assim, a França falhou na recta da meta há dois anos atrás mesmo jogando em casa, e os seus críticos dirão que a sua equipa ainda é demasiado macia. A derrota por 3-2 num amigável com a Colômbia há alguns meses ligou alguns alarmes, e ainda existe alguma incerteza sobre qual o melhor sistema para as peças-chave; adeptos de debates entediantes sobre a melhor posição de Pobga podem oferecer aos media franceses alguns temas de conversa por algumas semanas.

Sempre a subir até ao limite


A França tem razões para estar realmente feliz com o sorteio da fase de grupos. A Austrália parece tudo menos perigosa; o Perú está sem a sua estrela Paolo Guerrero; e a Dinamarca parece dependente de Christian Eriksen. Seria uma enorme surpresa se os pupilos de Deschamps falhassem a qualificação para os Oitavos de Final.

A partir daí, e assumindo que por essa altura já terão criado algum 'momentum', uma possível rota até às semi-finais poderá oferecer-lhes confrontos com a Croácia, e o seu carrasco do EURO 2016 Portugal. Pensando na qualidade individual, eles seriam favoritos em qualquer destes jogos, significando que as Meias-Finais podem estar ao seu alcance.

Em alternativa, isto pode acabar tudo numa tragédia cómica - um enorme falatório sobre a barba de classe mundial de Giroud, o vício de Tahuvin por tuxedos e o conforto de Julian Assange se deitar na embaixada equatoriana. De qualquer das formas, a diversão parece garantida!


APOSTAS RECOMENDADAS:
França para Chegar às Meias-Finais @ [2.40]

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