Apostas Mundial 2018 - Grupo E: Competente Suíça pode acompanhar Brasil

Os suíços serão um osso duro de roer...
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Num grupo que deverá ser dominado pelo favorito ao torneio Brasil, Jack Lang pensa que a defesa da Suíça pode ser fundamental na sua luta com a Sérvia e Costa Rica pelo segundo lugar de acesso à fase seguinte...

"A Suíça sofre com alguma falta de estrelas de qualidade, exceptuando Xherdan Shaqiri, mas conseguiu seguir em frente nas suas últimas competições em que participou, sendo bastante sólida na defesa."

O grupo do favorito do Mundial desperta sempre interesse, e este ano essa honra cabe ao Grupo E. Toda a gente espera que o Brasil domine a secção - está a [1.34] para ficar em primeiro - mas o campo parece-me bastante equilibrado, as restantes três equipas têm um olho nos oitavos de final.

A Costa Rica é o candidato improvável, mas tem capacidade para causar problemas, a Suíça e a Sérvia devem achar a passagem à segunda ronda um bom trabalho. Este não é o grupo da morte, mas podemos ter alguns jogos renhidos.

Brasil marca o ritmo


Se te pedissem para escolher um potencial vencedor do Mundial há dois anos, não escolhias o Brasil de certeza. A Selecção estava em má forma, ao horror da derrota em casa frente à Alemanha seguiu-se um extraordinário momento em que o Brasil enterrou a cabeça na areia e decidiu reconduzir Dunga, em vez de fazer mudanças. Seguiram-se dois falhanços na Copa América e, por um instante, até pareceu que o Brasil ia ter dificuldades em qualificar-se para a Rússia 2018.

O futuro é muito mais brilhante agora graças a um homem: Adenor Leonardo Bacchi, mais conhecido por Tite. O ex-treinador do Corinthians revitalizou a equipa, depositou confiança numa nova geração de jogadores (Alisson, Marquinhos, Casemiro, Gabriel Jesus), melhorou o espírito de equipa e, graças a uma série de vitórias, recuperou algum do estilo antigo.

As preparações correram bem e, apesar de Neymar não estar provavelmente em forma antes da fase de eliminatórias, esta já não é uma equipa dum só jogador. Jesus, Philippe Coutinho e Paulinho vão contribuir para os golos e, com Douglas Costa, Fernandinho e Roberto Firmino, a Selecção tem o banco mais luxuoso do torneio.

O Brasil não perde um jogo na primeira ronda desde 1966 (tirando o jogo sem consequências contra a Noruega no França 98) e não deve ter problemas em passar no grupo.


Será que a Costa Rica repete o feito?


A equipa da América Central fez muitos amigos no último Mundial, enganou a Inglaterra e a Itália e venceu o grupo, e esteve pertíssimo de conseguir um lugar na meia-final. As boas notícias para os fãs desta selecção é que este ano a equipa é praticamente a mesma, sete ou oito dos jogadores titulares nos quartos de final devem também ser titulares no jogo de abertura contra a Sérvia.

O treinador Óscar Ramírez aproveita a táctica do seu antecessor Jorge Luis Pinto: Los Ticos jogam com cinco atrás e tentam marcar nos contra-ataques. Será o suficiente para repetir o feito de 2014? É possível, mas a forma é uma potencial preocupação: perderam quatro dos últimos cinco jogos e não conseguiram marcar contra a Hungria ou a Tunísia.


Sérvia e Suíça frente a frente


O segundo lugar pode sair dum confronto directo entre os dois representantes europeus do grupo. Os dois encontram-se no segundo jogo, e se houver vantagem a ganhar com o calendário, provavelmente pertence à Sérvia, que vai querer ganhar impulso contra a Costa Rica e pode defrontar uma selecção brasileira que prefere poupar energia para os oitavos de final.

Em teoria, a Sérvia parece forte. Branislav Ivanović, Aleksandar Kolarov, Nemanja Matić, Luka Milivojević e Dušan Tadić são jogadores experientes, e Sergej Milinković-Savić pode ser a revelação, depois da óptima temporada na Lazio. Ainda não decidi em relação ao novo seleccionador Mladen Krstajić. Acho que a equipa depende demais de Aleksandar Mitrović para os golos.

A Suíça não tem muitas estrelas, tirando Xherdan Shaqiri, está em sexto na FIFA, o que me parece demasiado bom. Mas La Nati conseguiu chegar à fase de eliminatórias nos dois últimos torneios internacionais e, apesar da presença de Johan Djourou, é extraordinariamente frugal na defesa: não sofreu golos em 10 dos últimos 12 jogos.

Podem começar com uma derrota contra a equipa de Tite em Rostov, mas podem impedir a Sérvia de continuar em prova.


APOSTA RECOMENDADA:
Aposta no Brasil em 1º/Suíça em 2º @ [3.60]
(Sportsbook)

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